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Expresso Cidades

No Expresso Cidades iremos abordar as principais notícias das cidades sedes do Expresso Libertário e seus impactos na liberdade, sempre apresentando um ponto de vista libertário.

Primeira semana do mês de julho:

Vamos começar por Itajubá, após a permissão para a reabertura de Igrejas, templos e a continuidade da proibição para estabelecimentos comerciais os parasitas locais autuaram alguns comerciantes, que mesmo sem abrir ao público, infringiram algumas medidas aleatórias de controle de contaminação, alguns aproveitadores da câmara municipal pediram esclarecimentos sobre essas autuações, mas até o momento nada foi divulgado.

Em Poços de Caldas foi inaugurado um hospital de campanha utilizando de doações e o empréstimo de um antigo hospital, ambas ações da iniciativa privada. A reforma do local ficou a cargo dos parasitas locais, essa é uma boa resposta para os que perguntam:

“Mas quem vai ajudar os que precisam?”

Bem, quem quiser ajudar, mas devemos nos atentar é no que diz respeito ao papel da “administração pública” nesse ato de doação voluntária, o ponto é que a iniciativa privada NÃO PODE realizar tal ação de maneira inteiramente privada, mesmo com a intenção de ajudar os parasitas proíbem e impõe centenas de restrições e exigências que faz com que um empreendimento filantrópico exclusivamente privado seja muito custoso aos interessados em ajudar.

Já em Campinas a falta de competência (não que a competência justifique alguma coisa) dos parasitas locais em gerir a saúde elevou a cidade ao nível vermelho (seja lá o que esse nível aleatório signifique), o que está complicando ainda mais a situação de alguns empresários, entre eles os proprietários de creches e escolas de nível infantil, que já anunciaram que podem não aguentar até setembro (mês definido pelo parasita do estado para o retorno das atividades escolares). Mesmo as escolas apresentando um relatório de medidas extremamente rigorosas nada foi dito sobre o possível retorno as atividades.

Mas as consequências já estão aparecendo, por causa do fechamento cerca de 79 escolas já demitiram mais de 100 pessoas, mais de mil contratos foram encerrados por pais de alunos que não podem continuar mantendo essa despesa sem poder utilizar e esses casos devem aumentar do decorrer dessa pandemia.

Indo mais ao sul, em Florianópolis, a pressão dos setores econômicos pode estar apresentando efeitos positivos.

Após comerciantes e empresários exigirem a reabertura do comércio, o parasita local (prefeito) voltou e decidiu permitir a reabertura de shoppings, academias e galerias, mesmo com a taxa de ocupação de leitos acima de 80% (seja lá porque isso foi definido como nível vermelho), é uma pequena vitória para a liberdade, mesmo existindo padrões rigorosos e ameaça de multas e outras sanções.

De volta a Minas Gerais, em Sete Lagoas a milícia do parasita local (guarda municipal) com outros membros da quadrilha estatal invadiram bares e estabelecimentos para verificar o cumprimento dos rabiscos aleatórios sob ameaça de multa e suspensão do alvará de funcionamento (mesmo a lei da liberdade econômica dispensando tais estabelecimentos da necessidade de tê-los), o chefe da milícia ainda diz que a intenção não é prejudicar os comerciantes (pode até não ser, mas essa é a consequência), mas sim o controle da contaminação do vírus do PCC(Partido Comunista Chinês). O medo e a falta de reação pode levar a uma perda maior da liberdade, cidades que estão sofrendo sanções dos parasitas locais devem maneira geral desrespeitar essas medidas arbitrárias.

Por último e não menos importante vamos ao centro de todo o parasitismo estatal, Brasília, onde o chefe da máfia local decidiu permitir a reabertura do comércio e a retomada das aulas presenciais a partir de agosto, em meio a denúncias de corrupção (como se fosse novidade) e superfaturamento o mesmo foi contra as recomendações dos “especialistas” e permitiu a retomada das atividades econômicas. Talvez seja o maior sopro de liberdade que partiu daquelas terras tomadas por seres que se alimentam de poder.

Esse foi o resumo da primeira semana de julho, nossa intenção é manter essa nossa fonte de comunicação semanal, as fontes das notícias originais são o G1 e jornais locais, assim como boletins das máfias parasitas locais.