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A importância das criptomoedas para alcançarmos a liberdade

Criptomoedas: um meio de trocas descentralizado.

Quando tive o primeiro contato com as criptomoedas, ou melhor, o popular Bitcoin, não entendi nada sobre o assunto. Com passar dos anos e obtendo contato com conteúdos que divulgavam a liberdade fui percebendo do potencial incrível que têm as moedas digitais.

De noticiários à conversas entre amigos, todos nós já encontramos discursos pessimistas de que essa febre do tal “Bitcoin” iria acabar, pois não passava de uma bolha econômica e quando o crash acontecesse, os investidores voltariam seus olhos ao mercado de moedas estatais, ou seja, ao sistema convencional.

“Onde já se viu moeda sem o estado?”

Será mesmo que é uma febre?

Desde que o Bitcoin surgiu para o mundo, há pouco mais de dez anos, o mercado de criptomoedas já passou por diversos altos e baixos sem que seu crescimento fosse afetado. Pelo contrário: ele é cada vez maior. Hoje já encontramos moedas digitais para determinados produtos e empresas, como o Facebook, que está elaborando sua própria moeda, e recentemente a Samsung confirmou que o S10 (próximo smartphone) vai conter carteira de criptomoedas.

O holofote da mídia é o Bitcoin pois é foi moeda digital precursora, e qualquer “deslize” costuma ser usado para tentar desqualificá-lo. As grandes oscilações de preço sofridas atrapalham um pouco, mas sejamos sinceros que o mundo está se adaptando a essa revolução. Se os estudos da Física Moderna, que surgiu no inicio do século XX, geram muitas dúvidas, imagine o Bitcoin, que é uma tecnologia muito recente… O amanhã é uma incógnita, porém é certo que a tecnologia de criptomoedas veio para ficar!

Nessa década conseguimos ver vários casos que demonstram a importância das criptomoedas para garantir a liberdade. Na Venezuela diversas famílias estão usando Bitcoin para sobreviver à ditadura socialista, permitindo a elas contornar as medidas econômicas do governo que depreciaram a moeda estatal. Além disso, essa nova tecnologia permite melhorar a vida de bilhões de pessoas que atualmente não possuem acesso aos serviços bancários, por diversos motivos.

Ou seja, as moedas digitais têm a capacidade de proteger indivíduos das atrocidades estatais. Em geral, encontramos pessoas utilizando criptomoedas para trocas voluntárias, fugindo das burocracias estatais.

Mas como tudo isso funciona?

Para contribuir na segurança das transações e principalmente das pessoas que vivem em estados autoritários, o Blockchain é um divisor de águas. O Blockchain é uma vasta rede de computadores espalhada pelo mundo que armazena os dados das transações de maneira sigilosa. O sistema é descentralizado, sem um órgão responsável pela intermediação das relações. As operações são validadas com um código criptografado que ambos usuários recebem e é imutável. É perceptível que o universo das criptomoedas e do Blockchain é revolucionário e, portanto, o mercado e as pessoas ainda estão se adaptando.

Para concluir

Trago uma reflexão ao leitor sobre mudanças tecnológicas e seus impactos. Como dizia Lord Byron:

“ O melhor profeta do futuro é o passado”

No auge da era do DVD, muitos jovens se estranhavam com discos de vinil. Suponho que as próximas gerações irão se estranhar com dinheiro em cédulas de papel e ter uma familiaridade com as criptos. Claro, quem sou eu para prever o futuro? Só o tempo vai trazer as respostas, mas no momento temos algumas algumas reflexões sobre essas inovações:

Quem ganha?

A população.

Quem perde?

O Estado.

Quem vence?

A liberdade.


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